Kuala Lumpur: uma linha de horizonte pontilhada de minaretes, cúpulas estilo mogol e arranha-céus; ruas coloridas, ladeadas de galerias de comida, sob a sombra das árvores.
Em cento e trinta anos, Kuala Lumpur passou de um lugar desprovido de interesse para uma metrópole moderna e movimentada com mais de um milhão de habitantes.
Embora à primeira impressão possa parecer que KL (como os locais lhe chamam) seja mais uma das novas metrópoles asiáticas de arranha-céus reluzentes, persiste o seu carácter peculiar e o colorido dos seus nativos, que foi tão eficazmente apagado em outras cidades asiáticas em expansão, como Singapura. KL conserva muitos edifícios coloniais no centro da cidade, uma Chinatown vibrante com vendedores de rua e mercados noturnos bem como um bairro indiano cheio de vida. Quando Kuala Lumpur constrói algo, é em grande. Os arranha-céus Petronas Twin Towers, um dos edifícios mais altos do mundo, dominam o horizonte e na Praça Merdeka ergue-se um mastro de 95 metros de altura. O mercado noturno de Chinatown tornou-se uma das zonas mais recomendadas para jantar.
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